Protocolo sobre o uso de máscaras é alterado pelo Ministério da Saúde

Igor Berrogain

Assessoria de Imprensa HUCFF 

covid-19-4969674 1920O Ministério da Saúde  está atuando para alterar o protocolo para utilização de máscaras faciais. Antes a recomendação era que apenas os pacientes contaminados pela COVID-19 e os profissionais de saúde utilizassem máscaras descartáveis. Agora a orientação é que todas as pessoas - que não atuam diretamente no atendimento à saúde -  usem máscaras.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) já vem orientando o uso geral das máscaras faciais. A instituição reforça os cuidados que devem ser tomados durante o uso, principalmente, a higiene das mãos após manusear a máscara. O Ministério da Saúde endossa a postura da OMS, apoiando a iniciativa "Máscara para Todos" (Masks4All) que tem o lema "Eu protejo você e você me protege". Para esclarecer a população, o Grupo de Trabalho Multidisciplinar para Enfrentamento do COVID-19 e a Escola de Enfermagem Anna Nery (Eean), ambos da UFRJ, divulgaram uma cartilha para tratar do tema. 

As máscaras faciais, segundo a orientação do Ministério da Saúde, devem ser produzidas com material de tricoline e malhas (das camisetas) com no mínimo 65% de algodão. Elas devem ser utilizadas por até 2 horas e depois serem trocadas.  Ao chegar em casa, o usuário deve lavar as mãos com água e sabão e secá-las bem, antes de retirar a máscara. A remoção da máscara deve ser feita pelos elásticos ou pelo laço da parte traseira. A parte da frente da máscara nunca deve ser tocada. 

A higienização da máscara pode ser feita com uma mistura de água potável e água sanitária. Após secar, ela deve ser passada a ferro para ser reutilizada. O usuário deve atentar-se para higienizar as mãos após a lavagem da máscara. 

"Diante das evidências disponíveis sobre a disseminação do novo coronavírus, o uso de máscara caseira, pode oferecer uma barreira contra a contaminação por gotículas e reduzir a disseminação do vírus na população, desde que seja associado às seguintes medidas de prevenção, visando interromper o ciclo do novo Coronavírus: higienização frequente e rigorosa das mãos, objetos e superfícies com água e sabão ou álcool 70%, cuidados com roupas, sapatos e utensílios de uso pessoal, distanciamento de 2 metros entre as pessoas”, destaca a cartilha produzida pelo GT e pela Eean.

O Ministério da Saúde  está atuando para alterar o protocolo para utilização de máscaras faciais. Antes a recomendação era que apenas os pacientes contaminados pela COVID-19 e os profissionais de saúde utilizassem máscaras descartáveis. Agora a orientação é que todas as pessoas usem a máscara de pano.

 

A Organização Mundial da Saúde (OMS) já vem orientando o uso geral das máscaras faciais. A instituição reforça os cuidados que devem ser tomados durante o uso, principalmente, a higiene das mãos após manusear a máscara. O Ministério da Saúde endossa a postura da OMS, apoiando a iniciativa "Máscara para Todos" (Masks4All) que tem o lema "Eu protejo você e você me protege". Para esclarecer a população, o Grupo de Trabalho Multidisciplinar para Enfrentamento do COVID-19 e a Escola de Enfermagem Anna Nery (Eean), ambos da UFRJ, divulgaram uma cartilha para tratar do tema. 

 

As máscaras faciais, segundo a orientação do Ministério da Saúde, devem ser produzidas com material de tricoline e malhas (das camisetas) com no mínimo 65% de algodão. Elas devem ser utilizadas por até 2 horas e depois serem trocadas.  Ao chegar em casa, o usuário deve lavar as mãos com água e sabão e secá-las bem, antes de retirar a máscara. A remoção da máscara deve ser feita pelos elásticos ou pelo laço da parte traseira. A parte da frente da máscara nunca deve ser tocada. 

 

A higienização da máscara pode ser feita com uma mistura de água potável e água sanitária. Após secar, ela deve ser passada a ferro para ser reutilizada. O usuário deve atentar-se para higienizar as mãos após a lavagem da máscara. 

 

"Diante das evidências disponíveis sobre a disseminação do novo coronavírus, o uso de máscara caseira, pode oferecer uma barreira contra a contaminação por gotículas e reduzir a disseminação do vírus na população, desde que seja associado às seguintes medidas de prevenção, visando interromper o ciclo do novo Coronavírus: higienização frequente e rigorosa das mãos, objetos e superfícies com água e sabão ou álcool 70%, cuidados com roupas, sapatos e utensílios de uso pessoal, distanciamento de 2 metros entre as pessoas”, destaca a cartilha produzida pelo GT e pela Eean.

 

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Recebe estudantes de graduação das diversas unidades acadêmicas da UFRJ. Por ano, oferece 200 novas vagas para o Programa de Residência Médica e 31 vagas para Residência Multiprofissional em Saúde. Campo de treinamento e formação de 1.795 alunos de graduação e pós-graduação, além de 333 residentes. A Residência Médica do HUCFF é uma das mais procuradas do país. O concurso para 2012 teve 2.230 candidatos inscritos para 206 vagas. Entre os cursos mais procurados estão o de Clínica Médica e Cirurgia Geral.

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