Serviço Social conclui seu 1º Curso de Extensão

Terminou ontem (06/11) o 1º Curso de Extensão "O trabalho e a formação do Serviço Social na Residência Multiprofissional". Promovido pelo Serviço Social do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (HUCFF/UFRJ), em parceria com a Escola de Serviço Social da Universidade Federal do Rio de Janeiro (ESS/UFRJ), as aulas iniciaram em agosto. Ao todo foram 10 encontros, com duração de 4h cada.
A iniciativa fez parte do projeto "Conhecendo o trabalho profissional dos Assistentes Sociais na saúde mental e drogas no Rio de Janeiro, cuja a proposta visa qualificar, com base na educação permanente em saúde, a preceptoria de núcleo do Serviço Social no Programa de Residência Integrada Multiprofissional em Saúde do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho da Universidade Federal do Rio de Janeiro (PRIMS/HUCFF/UFRJ). 

A previsão é de que haja um novo Curso no segundo semestre do próximo ano. Fiquem atentos!

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Seminário reúne comunidade científica do HUCFF

Nos dias 22 e 23 de outubro o Hospital Universitário Clementino Fraga Filho(HUCFF/UFRJ) recebeu diversos pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), do NUBEA - Núcleo de Bioética e Ética Aplicada, do Instituto Nacional de Câncer (INCA) e Fiocruz - para falar sobre os aspectos éticos e estruturais da pesquisa no HUCFF. O evento, aberto ao público interessado, contou com a participação de cerca de 100 pessoas entre professores, pesquisadores, alunos de Pós-graduação e alunos de Iniciação Científica.
Este foi o primeiro passo para uma maior integração entre as diferentes linhas de pesquisa com a finalidade de firmar o compromisso da Divisão de Pesquisa (DPq/HUCFF) como facilitadora desta integração. "A cooperação será a melhor forma de resistência para mantermos viva a pesquisa em nossa universidade e em nosso país", destaca a professora Beth Muxfeldt, diretora da DPq e uma das organizadoras do Seminário.

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Obesidade: uma questão de saúde pública

Neste 11 de outubro é o Dia Mundial de Prevenção à Obesidade. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a obesidade é caracterizada pelo acúmulo excessivo de gordura corporal e é um dos fatores de risco mais importantes para o desenvolvimento de outras doenças crônicas não transmissíveis, com destaque especial para as cardiovasculares e diabetes, devido a sua relação com várias complicações metabólicas, que podem interferir na expectativa e qualidade de vida. A obesidade pode ser resultante de vários fatores que envolvem questões biológicas, ecológicas, econômicas, sociais e culturais. Em função da prevalência da obesidade e da velocidade da sua progressão em vários países do mundo, ela é considerada uma pandemia, atingindo tanto países desenvolvidos quanto em desenvolvimento, como o Brasil. Definitivamente, é um problema de saúde pública mundial.

2018.10.11 obesidadeA OMS estima que mais de 42 milhões de crianças menores de cinco anos estão acima do peso no mundo, o que demonstra a gravidade desse problema, pois crianças obesas poderão vir a ser adultos obesos, com maior probabilidade de desenvolver diabetes, doença cardíaca, câncer e outros problemas de saúde.
Segundo dados da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados em 2015, quase 60% da população brasileira apresenta excesso de peso. De acordo com o Inquérito Telefônico (pesquisa realizada por telefone), promovido pelo Ministério da Saúde (Vigitel/2016), a incidência de obesidade duplica a partir dos 25 anos e é maior entre os que tem menor escolaridade.
Os principais responsáveis pelo aumento acelerado da obesidade no mundo e em nosso país são relacionados às mudanças de modo de vida, como a alteração do padrão alimentar, evidenciado pelo aumento do consumo de alimentos industrializados (enlatados e embutidos, por exemplo), ingestão excessiva de alimentos de alta densidade energética (ricos em açúcares simples, gordura saturada), alimentos com excesso de sódio e conservantes e pobres em fibras e micronutrientes.
A prevenção contra a obesidade passa pela conscientização da importância da alimentação adequada e da atividade física. Assim, a prevenção, o diagnóstico e o tratamento precoces da obesidade são importantes aspectos para a promoção da saúde e redução da morbidade e da mortalidade. A abordagem multidisciplinar do indivíduo com obesidade é importante para garantir êxito no tratamento. Nos últimos meses o Serviço de Nutrição discutiu aqui em nossa página o Guia alimentar para a população Brasileira, que aborda não só as estratégias para uma alimentação saudável, mas também o contexto no qual a alimentação é realizada.

Texto de Cleia Fabricante, Ana Beatriz Huguenin, Ana Luiza de Souza Azevedo e Maria Beatriz Cabral - Nutricionistas Residentes (R1) do HUCFF.

Dia Mundial da Alimentação: por um mundo com #fomezero

2018.10O Dia Mundial da Alimentação, comemorado no dia 16 de outubro, foi criado pela Fundação da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO/ONU) para celebrar a sua fundação em 1945. A FAO tem como objetivo o combate à fome, melhoria da nutrição e a busca pela segurança alimentar de modo a oferecer alimentos que proporcionem uma vida mais saudável. Neste ano, o tema da campanha é: ““As nossas ações são o nosso futuro: um mundo #FomeZero até 2030 é possível”.”. De acordo com a FAO, aproximadamente 815 milhões de pessoas passaram fome em 2016, de acordo com os dados da FAO.
E como estamos no Brasil? Com o desenvolvimento demográfico e tecnológico do nosso país, o hábito de se alimentar também mudou, saindo de um quadro de prevalência de desnutrição para sobrepeso e obesidade, atingindo aproximadamente metade da população brasileira, de acordo com o IBGE, em 2015.
Diante desse dado, uma alimentação saudável exerce papel importante para a prevenção e redução dos riscos de algumas doenças crônicas como: diabetes mellitus, obesidade, hipertensão arterial, dislipidemias etc. Por isso, a educação alimentar desde a infância até a fase adulta é o melhor caminho para prevenir futuros problemas de saúde relacionados à alimentação e obter uma melhor qualidade de vida e a manutenção da saúde.
Sendo assim a ingestão balanceada de todos os grupos alimentares dando preferência sempre a alimentos in natura ou minimamente processados fornecerá adequadamente a quantidade de nutrientes necessários para manter o bom funcionamento do organismo.
Segundo o Guia Alimentar para a População Brasileira, que foi abordado pelo Serviço de Nutrição e Dietética durante o mês de agosto, a refeição é mais do que apenas a ingestão de nutrientes. Também deve-se levar em conta o estado de bem-estar do indivíduo, assim como a sensação de autonomia e o pertencimento social das pessoas. Além de beneficiar o estado físico e mental. Portanto, a alimentação não se resume só em obter os nutrientes para manter o bom funcionamento do organismo, mas também é cultura, tradição, tem a ver com relacionamentos, convivência, partilha, carinho e claro, saúde.
A FAO tem atuado em conjunto com governos, produtores e empresas para erradicar a fome e a insegurança alimentar. Mas, de acordo com a própria FAO, a #FomeZero é uma missão de todos, onde cada pessoa tem o seu papel, usando de forma consciente os recursos naturais, seguindo uma dieta mais nutritiva, reduzindo desperdícios, adotando estilos de vida mais sustentáveis e compartilhando ideias e opiniões sobre como aderir a tudo isso.

Participaram desta matéria Lara Ribeiro, Camila Aragão e Daniela Gusmão (Nutricionistas Residentes - R2)

Insights de Gestão e Qualidade em Saúde


43467109 729303287406116 9210212162570551296 nNo começo da semana (08/10) aconteceu a primeira edição do projeto "Insights de Gestão e Qualidade em Saúde", com a presença do diretor do HUCFF, Dr Leôncio Feitosa e a Coordenadora do Centro de Estudos em Gestão em Saúde da COPPEAD, Cláudia Araújo, selando a parceria entre o Hospital e o CESS. O evento, moderado pelo enfermeiro Tony Figueiredo, diretor da Divisão de Enfermagem do HUCFF, teve uma excelente discussão sobre o tema "Gestão em Saúde em tempos de crise - como fazer mais com menos" que contou, ainda, com o Economista Ronaldo Munk como palestrante convidado.
A intenção é que o projeto aconteça periodicamente no HUCFF.

 

Assistência

Atende 42 especialidades médicas e 23 programas em alta complexidade. Possui um Programa de Transplante credenciado no Sistema Nacional de Transplante do Ministério da Saúde, para transplantar rim, fígado, córnea e medula óssea. Tem capacidade instalada atual de 250 leitos, com potencial para até 450 leitos ativos, na dependência do resgate de áreas não utilizadas e investimento em recursos humanos. Realiza por mês cerca de 20 mil consultas ambulatoriais, 450 cirurgias, e 700 internações.

Ensino

Recebe estudantes de graduação das diversas unidades acadêmicas da UFRJ. Por ano, oferece 200 novas vagas para o Programa de Residência Médica e 31 vagas para Residência Multiprofissional em Saúde. Campo de treinamento e formação de 1.795 alunos de graduação e pós-graduação, além de 333 residentes. A Residência Médica do HUCFF é uma das mais procuradas do país. O concurso para 2012 teve 2.230 candidatos inscritos para 206 vagas. Entre os cursos mais procurados estão o de Clínica Médica e Cirurgia Geral.

Pesquisa

O HUCFF abriga importantes laboratórios onde são desenvolvidas produções científicas e publicação de artigos. As recentes conquistas no setor de pesquisa são uma prova de que o hospital tem levado a sério o compromisso de garantir mais qualidade de vida a seus pacientes. É conhecido como um dos principais pólos de produção e disseminação de conhecimento saúde no estado e no país, além de conquistar crescente projeção internacional.